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Marketing Estratégico como Arquitetura de Valor Organizacional

  • Foto do escritor: Paulo Fernando de Almeida
    Paulo Fernando de Almeida
  • 15 de jan.
  • 1 min de leitura


Durante muito tempo, o marketing foi tratado como sinônimo de comunicação. Essa visão reducionista limitou o papel estratégico da área em inúmeras organizações. 

Em ambientes cada vez mais complexos e competitivos, marketing é, na essência, uma arquitetura de valor que conecta estratégia, posicionamento, operações e resultado financeiro.

Philip Kotler já destacava que marketing não se resume a promover produtos, mas a compreender necessidades, definir propostas de valor e estruturar trocas sustentáveis. O que muitas organizações ainda subestimam é que isso exige método, disciplina e governança.

A experiência profissional mostra que os melhores resultados surgem quando o marketing deixa de atuar como área isolada e passa a ocupar posição central na tomada de decisão. Nesse papel, influencia diretamente escolhas de portfólio, canais, precificação, jornada do cliente e alocação de recursos.


Michael Porter reforça que vantagem competitiva nasce de escolhas claras. Marketing estratégico é o mecanismo que traduz essas escolhas em propostas concretas para o mercado. Sem essa tradução, a estratégia permanece abstrata.

Kaplan e Norton demonstraram que não existe estratégia sem mensuração. Marketing maduro opera com indicadores financeiros, operacionais e reputacionais integrados ao desempenho organizacional.

Marketing estratégico não comunica valor. Ele constrói valor.


Referências: Kotler, Philip; Keller, Kevin Lane. Marketing Management. Pearson Education, 2016. Porter, Michael E. Competitive Advantage. Free Press, 1985. Kaplan, Robert S.; Norton, David P. The Balanced Scorecard. Harvard Business School Press, 1996. Kotler, Philip; Kartajaya, Hermawan; Setiawan, Iwan. Marketing 5.0 Technology for Humanity. Wiley, 2021.


 
 
 

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