Relações e legados
- Paulo Fernando de Almeida

- 15 de jan.
- 1 min de leitura

Estamos interconectados entre pessoas e mercados. As relações se consolidam e solidificam ao passo que as inovações e avanços tecnológicos, sociais e transacionais tomam forma no tabuleiro geopolítico dos Estados, mercados e premissas estruturantes.
No curso das voltas infinitas de nossos passos, por trajetória, características e formatos vão tomando espaço nos extremos, encontrando refúgio no centro das oportunidades que vertem das potencialidades que se apresentam, dia após dia, no âmago dos nossos fazeres.
Não há como estabelecer um marco estratégico sem antes se posicionar de maneira ativa neste espaço, e, quando observamos, percebemos que as relações não só importam como definem os caminhos à serem percorridos. E a pergunta que se faz presente é a mesma que nos impulsiona: Como me posiciono?
Não há respostas sem esforços, tampouco resultados sem riscos (e riscos estrategicamente calculados, por responsabilidade de execução). Precisamos entender que fazer é mais que ter e criar oportunidades não é diferencial e sim obrigação.
Tudo muda de mão, e, quando percebemos, o que está conosco já não é mais nosso, e o considerado será a contribuição e o valor agregado gerado e absorvido naquilo que um dia foi de sua responsabilidade, e esse é o ponto!
Somos agentes transitórios de transformação e, nesse percurso, temos o dever de evoluir continuamente. Quando assim caminhamos, nossa responsabilidade passa a ser com os legados, tudo o que tocamos jamais nos abandona. Ao contrário: aquilo que passou por nossas mãos nos capacitou, qualificou, marcou profundamente e, sobretudo, nos moldou, tornando-nos profissionais e pessoas mais valiosas.




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